Doença de Parkinson

Última Atualização: 01/04/2021

Diagnóstico:

Alterações Bioquímicas:

Sinais e sintomas:

Objetivo do tratamento:

Tratamento médico:

 farmacologia:

Terapia nutricional:

Resumo:

Suplementação nutricional:

  • Creatina

Orientações nutricionais:

Creatina:

(+ Sobre Creatina)

Foi visto que a suplementação de creatina poderia ser uma intervenção benéfica ao paciente com parkinson, reestabelecendo  a homeostase  energética mitocondrial. (1)

Estudos em animais demonstraram que a suplementação, associada ou não a outras substâncias (como por exemplo, coenzima q10 ou ciclooxigenase 2), poderia promover proteção contra a perda de neurônios dopaminérgicos, atuando, portanto como um agente neuroprotetor. (1)

Mas foram conduzidos poucos estudos até então. (1)

Em um estudo com idosos, após 24 meses suplementando creatina, foi visto que não houve a progressão da doença, além de ter sido relatado uma melhora no humor e no ânimo dos pacientes, além de uma melhor resposta à terapia dopaminérgica. (1)

Em outro estudo, os pacientes que realizaram a suplementação de Cr apresentaram valores reduzidos nos questionários clínicos específicos para a doença, indicando uma notória melhora clínica. (1)

Além disso, outro estudo demonstrou que a suplementação ininterrupta por dois anos foi bem tolerada e segura nestes pacientes. (1)

Outros tratamentos:

Fisiopatologia:

Fatores de risco:

 

Fisiopatologia:

É uma doença caracterizada pela perda progressiva dos neurônios dopaminérgicos em todo SNC, ocasionando prejuízos cognitivos e, principalmente, motores, tipicamente caracterizados como um cluster de sintomas que incluem tremor, rigidez muscular, perda de coordenação e lentidão nos movimentos. (1)

Algumas evidencias apontam que essa perda progressiva de neurônios pode ser decorrente de distúrbios energéticos mitocondriais, que culminam em dano oxidativo e disfunção mitocondrial. (1)

Referências bibliográficas:

1- Gualano B. Suplementação de Creatina. 1a. São Paulo: Manole; 2014. 157 p.