Síndrome da Dor Miofascial MPS – Tratamento, suplementação nutricional, fisiologia…

Última Atualização: 21/08/2021

Diagnóstico:

Ainda não existe um consenso com critérios para a definição de MPS, porem já existem alguns tratamentos. (1)

Não existe ainda nenhuma técnica capaz de confirmar o diagnostico clinico. O diagnostico é feito através do exame físico e da historia clinica do paciente. (1)

Alterações bioquímicas:

  • Vit. D
  • Ferro.

Objetivo do tratamento:

Tratamento médico:

O tratamento medico consiste em inativar os pontos de gatilho dessa dor, restaurando o comprimento das fibras musculares, e corrigindo qualquer fator desencadeador/perpetuador dos gatilhos de dor. (1)

Farmacologia:

Terapia nutricional:

Resumo:

  • Ajustar vitamina D
  • Ajustar Ingestão de ferro

Suplementação nutricional:

  •  

Orientações nutricionais:

Vitamina D:

(+Sobre a vitamina D)

A sua deficiência esta associada ao perpetuamento da dor miofascial. (1)

Ferro:

(+Sobre o ferro)

A sua deficiência esta associada ao perpetuamento da dor miofascial. (1)

Outros tratamentos:

Fisiopatologia:

Fatores de risco:

  •  

É uma desordem  não inflamatória de origem musculoesquelética, associada a dor e rigidez, caracterizada pela presença de nódulos palpáveis super irritáveis nas fibras musculares, chamados de MTRsPs (myofascial trigger points). (1)

Esses gatilhos, MTRsPs, são os responsáveis pelos sintomas da síndrome. Esses gatilhos foram descritos como  pontos sensíveis nos músculos, principalmente quando as fibras são esticadas. (1)

Traumas, sobrecarga muscular, estresse psicológico, patologias sistêmicas podem levar ao desenvolvimento dos nódulos, com gatilhos latentes. (1)

As dores presentes na síndrome, como as dores musculares, viscerais e outras, tendem a não serem bem localizadas, e podem estar acompanhadas da sensação de parestesia (formigamento) e disestesia (enfraquecimento ou perda do sentido). (1)

Referências bibliográficas:

1- Saxena A, Chansoria M, Tomar G, Kumar A. Myofascial pain syndrome: An overview. J Pain Palliat Care Pharmacother. 2015;29(1):16–21.